Buscando namorada

Mais uma vez ouvi que sou infeliz

2020.10.27 16:09 porfora Mais uma vez ouvi que sou infeliz

Eu sinceramente não sei mais o que fazer.... Ontem numa conversa com a minha esposa ela me disse que eu estou infeliz o tempo todo há mais ou menos um ano! Eu fiquei surpreso porque eu sei que eu não estou bem (e infeliz), mas não sabia que era há tanto tempo...
Tentando dormir me lembrei que já ouvi isso do meu pai, de amigos e de uma ex namorada, agora a minha esposa entrou pra lista também.
Eu não julgo eles! Mas principalmente desta vez estou muito frustrado porque estou firme na terapia com psicóloga, indo a todas consultas com a psiquiatra e não falho o remédio uma só dose. O que me leva a pensar é: será que algum dia vou ser feliz? Será que tudo que eu faço pra melhorar é em vão? Cada vez mais vejo a vida sem saída, principalmente por estar fazendo tudo o que posso e nada adiantar.
Fico cansado de viver uma vida que não é feliz pra mim e ainda afetar os outros, mesmo buscando todas ajudas possíveis. Inclusive quinta tenho terapia de novo e sexta tenho psiquiatra... Estou pensando em levar minha esposa junto na sexta para ela dar a versão dela sobre a minha visa.
Precisava desabafar
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2020.09.28 23:07 VeganGuy001 Encontrar um unicórnio pra ménage

Pessoal, tudo bem?
Eu e namorada temos curiosidade de fazer um ménage e estamos buscando uma terceira (ou quarta) pessoa pra termos esse momento.
No momento atual as casas de swing estão fechadas e, sinceramente, não é nosso ambiente preferido pra conhecer gente pq queremos uma conexão com a pessoa, ter uma conversa agradável, beber um vinho juntos, f1, etc.
Por quais aplicativos e sites (ou qualquer outro meio) podemos conhecer pessoas pra curtir esse momento conosco?
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2020.09.23 01:05 Enscie Preciso de ajuda! Se alguém puder dar uma luz! Serio mesmo

Sou homem tenho 24 anos e cheguei no meu ápice... Chorei sim, gritei, perdi o controle... entrei em crise e até dei um soco na minha cabeça num momento de descontrole... (Me Arrependo)...
Comecei a trabalhar ontem... onde minha ex trabalha as primeiras horas foi só sofrimento... minha mente querendo ver ela, saber dela, se cruzar com ela... Depois ao ver algumas pessoas novas, bem de vida sabe! E eu não, sofri ao ver a moça falando vou chamar o "TI", Até novembro de 2019 eu era o "TI" numa Instituto federal do estado, Estagiário, mas era o "TI" e curtia ser o cara da solução, deu problema e eu sou o socorro, isso me da satisfação! Mas larguei meu super estagio que meus supervisor queria até fazer por mais um ano o contrato... devia ter ficado... Mas pq namorava e ganhava pouco eu queria fazer uma super comemoração para nos... Num parque aquático ou uma viagem de dois dias... Ou algo super maneiro, mas no fim, mesmo mudando de emprego e sofrendo muito no novo... não rolou nada pois ela desanimou de fazer qualquer coisa.... E fomos aqui mesmo na cidade! Isso me machucou... Não que não foi legal, mas pq não rolou.... Tenho a a sensação que ela nunca me amou, só me queria por perto pq fazia bem... Enfim... Terminamos em janeiro e ainda sofro por ela... Sinto uma dor no coração, uma falta... um pedaço... algo precisa ser preenchido... mas não só isso... Um pensamento constante nela... Fui até na igreja atrás de Deus pra ele restaurar a relação... Fiz isso durante a pandemia em uma que permaneceu aberta com todos os cuidados e tal... Dava umas 5 pessoas, pois eles tem a radio então dava pra o povo acompanhar.... Mas eu queria estar lá, foi bom sim, mas foi mal também... Pois cada mensagem de vai dar certo, vai ser restaurado eu associava a ela e acreditava que ia ter ela de volta... Cada vez mais e mais, até que comecei a ficar ouvindo mensagem o dia todo, buscando um nível em Deus q eu vejo que criei para alcançar o que queria.... Deus existe, mas parece que ele estava o tempo todo tentando me dizer que tem o melhor pra mim e só precisava eu parar e dar ouvidos ao bem que ele estava oferecendo... mas eu foquei nela, ela era o que eu queria e cada mensagem eu buscava achar algo que encaixava pro que eu buscava...
QUE FIQUE CLARO, DEUS É REAL E NOS AJUDA, MAS EU POR TER INDO EM UM LUGAR MAIS CONSERVADOR E ASSOCIADO A MINHA VONTADE A PALAVRA, CRIEI ESPECTATIVAS RUINS EM RELAÇÃO AO QUE EU QUERIA, JÁ QUE EU BUSCAVA ALGUÉM E NÃO UM BEM MATERIAL E ETC... OU O FUNDAMENTAL QUE É O PROPRIO DEUS... E DEUS NÃO PRENDE PESSOAS A ELE E A OUTROS... ENTÃO ACHO QUE ISSO JÁ EXPLICA TUDO.
O PARECE DIFICL E EU ENTEDER ISSO, MAS VOU ENTENDER!
Mas em julho eu larguei mão por não suportar mais esperar por ela e depois de tanto sofrer também fui deixando Deus de lado... Infelizmente... Sabe hoje eu me atrasei no segundo dia de trabalho e por sempre ter chegado atrasado, passado por isso ai... Estar com vários medos e uma ansiedade que aumentou muito depois dessa pandemia eu surtei... Estou sofrendo com insônia também e não dormi direito a noite, menos de três horas noite passada e na anterior o mesmo... e antes um pouco mais... semana passada muitos sonhos que fazia acordar com cabeça pesada... Surtei, chorei e bati na cabeça como falei... acabei por não ir no segundo dia... Acho que vou sofrer uma penalidade no serviço! Infelizmente não sei oq fazer mais.... estou escrevendo isso pois dormi e estou melhor agora! Tive dor de barriga e vontade de vomitar também e até dor de cabeça... Que passou depois da bancada... E na hora até o turbilhão de pensamentos sumiu na hora depois da pancada... ficou claro os pensamentos, mas agora já tem um certo embolo de novo... O trabalho parece legal, o fato ex estar lá me causa certo sofrimento... mas pior que ir lá me ajudou muito... Deu uma alivio no fim do dia... Mas não sei se passo de 45 dias pelo falto de hoje... :(
Não quero ser um peso pra minha família... Não quero ser um peso pra mim, quero que minha mãe sinta orgulho, meu pai, irmão... Pareço um cara frágil que a namorada achava frágil e quando viu esse lado frágil, não surtar pois nunca fiz isso perto dela, nunca cheguei num ápice assim perto dela, já passei por algo parecido mas me recuperei muito em 2015... Então em 2018 achei que estava bem, jogava, saia , conversava e tudo mais... Então me abri pra namorar... ela me achou incrível... mas quando viu que eu tinha ainda alguns traços dessa fragilidade foi em bora... Pois deve ter achado que eu não ia dar futuro... Em fim, talvez eu não creia em mim... Mas as pessoas dizem que eu tenho e tenho dons, talentos, habilidades e tal... ainda mais com TI! Não sei, preciso me ver... uma vez no psicólogo ele me contou sobre narciso e queria que eu olhasse pra mim e se apaixonasse por mim.
Bem só queria saber o que dizer no trabalho amanhã... Tenha um contrato e um compromisso, e posso sofrer multa e ser processado... Enfim, não quero manchar mais uma vez minha carteira... pq quando sai do estagio... logo depois menos de um mês sai do trabalho pois a equipe começo a me seguir dizendo que a forma que eu atendia os clientes e ensinava o soft estava errado e sempre eu falava algo eu via o olhar de desaprovação... mas eu sempre busquei fazer oque aprendi no estagio... se conectar com a pessoa pois a pessoa e que precisa de ajuda e não o soft...Não que eu seja o "cara" mas acho que aprendi certo com meu supervisor e geral na escola gostava de mim e eu era o cara da "Ti", mas não dei o devido valor!
Queria desabafar e me sinto pouco melhor... grato a cada um que leu aqui e se puder dizer algo que ajude, agradeço!
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2020.09.23 01:03 Enscie Preciso de ajuda! Se alguém puder dar uma luz agradeço!

Sou homem tenho 24 anos e cheguei no meu ápice... Chorei sim, gritei, perdi o controle... entrei em crise e até dei um soco na minha cabeça num momento de descontrole... (Me Arrependo)...
Comecei a trabalhar ontem... onde minha ex trabalha as primeiras horas foi só sofrimento... minha mente querendo ver ela, saber dela, se cruzar com ela... Depois ao ver algumas pessoas novas, bem de vida sabe! E eu não, sofri ao ver a moça falando vou chamar o "TI", Até novembro de 2019 eu era o "TI" numa Instituto federal do estado, Estagiário, mas era o "TI" e curtia ser o cara da solução, deu problema e eu sou o socorro, isso me da satisfação! Mas larguei meu super estagio que meus supervisor queria até fazer por mais um ano o contrato... devia ter ficado... Mas pq namorava e ganhava pouco eu queria fazer uma super comemoração para nos... Num parque aquático ou uma viagem de dois dias... Ou algo super maneiro, mas no fim, mesmo mudando de emprego e sofrendo muito no novo... não rolou nada pois ela desanimou de fazer qualquer coisa.... E fomos aqui mesmo na cidade! Isso me machucou... Não que não foi legal, mas pq não rolou.... Tenho a a sensação que ela nunca me amou, só me queria por perto pq fazia bem... Enfim... Terminamos em janeiro e ainda sofro por ela... Sinto uma dor no coração, uma falta... um pedaço... algo precisa ser preenchido... mas não só isso... Um pensamento constante nela... Fui até na igreja atrás de Deus pra ele restaurar a relação... Fiz isso durante a pandemia em uma que permaneceu aberta com todos os cuidados e tal... Dava umas 5 pessoas, pois eles tem a radio então dava pra o povo acompanhar.... Mas eu queria estar lá, foi bom sim, mas foi mal também... Pois cada mensagem de vai dar certo, vai ser restaurado eu associava a ela e acreditava que ia ter ela de volta... Cada vez mais e mais, até que comecei a ficar ouvindo mensagem o dia todo, buscando um nível em Deus q eu vejo que criei para alcançar o que queria.... Deus existe, mas parece que ele estava o tempo todo tentando me dizer que tem o melhor pra mim e só precisava eu parar e dar ouvidos ao bem que ele estava oferecendo... mas eu foquei nela, ela era o que eu queria e cada mensagem eu buscava achar algo que encaixava pro que eu buscava...
QUE FIQUE CLARO, DEUS É REAL E NOS AJUDA, MAS EU POR TER INDO EM UM LUGAR MAIS CONSERVADOR E ASSOCIADO A MINHA VONTADE A PALAVRA, CRIEI ESPECTATIVAS RUINS EM RELAÇÃO AO QUE EU QUERIA, JÁ QUE EU BUSCAVA ALGUÉM E NÃO UM BEM MATERIAL E ETC... OU O FUNDAMENTAL QUE É O PROPRIO DEUS... E DEUS NÃO PRENDE PESSOAS A ELE E A OUTROS... ENTÃO ACHO QUE ISSO JÁ EXPLICA TUDO.
O PARECE DIFICL E EU ENTEDER ISSO, MAS VOU ENTENDER!
Mas em julho eu larguei mão por não suportar mais esperar por ela e depois de tanto sofrer também fui deixando Deus de lado... Infelizmente... Sabe hoje eu me atrasei no segundo dia de trabalho e por sempre ter chegado atrasado, passado por isso ai... Estar com vários medos e uma ansiedade que aumentou muito depois dessa pandemia eu surtei... Estou sofrendo com insônia também e não dormi direito a noite, menos de três horas noite passada e na anterior o mesmo... e antes um pouco mais... semana passada muitos sonhos que fazia acordar com cabeça pesada... Surtei, chorei e bati na cabeça como falei... acabei por não ir no segundo dia... Acho que vou sofrer uma penalidade no serviço! Infelizmente não sei oq fazer mais.... estou escrevendo isso pois dormi e estou melhor agora! Tive dor de barriga e vontade de vomitar também e até dor de cabeça... Que passou depois da bancada... E na hora até o turbilhão de pensamentos sumiu na hora depois da pancada... ficou claro os pensamentos, mas agora já tem um certo embolo de novo... O trabalho parece legal, o fato ex estar lá me causa certo sofrimento... mas pior que ir lá me ajudou muito... Deu uma alivio no fim do dia... Mas não sei se passo de 45 dias pelo falto de hoje... :(
Não quero ser um peso pra minha família... Não quero ser um peso pra mim, quero que minha mãe sinta orgulho, meu pai, irmão... Pareço um cara frágil que a namorada achava frágil e quando viu esse lado frágil, não surtar pois nunca fiz isso perto dela, nunca cheguei num ápice assim perto dela, já passei por algo parecido mas me recuperei muito em 2015... Então em 2018 achei que estava bem, jogava, saia , conversava e tudo mais... Então me abri pra namorar... ela me achou incrível... mas quando viu que eu tinha ainda alguns traços dessa fragilidade foi em bora... Pois deve ter achado que eu não ia dar futuro... Em fim, talvez eu não creia em mim... Mas as pessoas dizem que eu tenho e tenho dons, talentos, habilidades e tal... ainda mais com TI! Não sei, preciso me ver... uma vez no psicólogo ele me contou sobre narciso e queria que eu olhasse pra mim e se apaixonasse por mim.
Bem só queria saber o que dizer no trabalho amanhã... Tenha um contrato e um compromisso, e posso sofrer multa e ser processado... Enfim, não quero manchar mais uma vez minha carteira... pq quando sai do estagio... logo depois menos de um mês sai do trabalho pois a equipe começo a me seguir dizendo que a forma que eu atendia os clientes e ensinava o soft estava errado e sempre eu falava algo eu via o olhar de desaprovação... mas eu sempre busquei fazer oque aprendi no estagio... se conectar com a pessoa pois a pessoa e que precisa de ajuda e não o soft...Não que eu seja o "cara" mas acho que aprendi certo com meu supervisor e geral na escola gostava de mim e eu era o cara da "Ti", mas não dei o devido valor!
Queria desabafar e me sinto pouco melhor... grato a cada um que leu aqui e se puder dizer algo que ajude, agradeço!
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2020.09.22 22:57 Enscie Estourei/Chorei/Crise de ansiedade/Muita coisa junta/Fiz besteira/Será que tem volta?

Sou homem tenho 24 anos e cheguei no meu ápice... Chorei sim, gritei, perdi o controle... entrei em crise e até dei um soco na minha cabeça num momento de descontrole... (Me Arrependo)...
Comecei a trabalhar ontem... onde minha ex trabalha as primeiras horas foi só sofrimento... minha mente querendo ver ela, saber dela, se cruzar com ela... Depois ao ver algumas pessoas novas, bem de vida sabe! E eu não, sofri ao ver a moça falando vou chamar o "TI", Até novembro de 2019 eu era o "TI" numa Instituto federal do estado, Estagiário, mas era o "TI" e curtia ser o cara da solução, deu problema e eu sou o socorro, isso me da satisfação! Mas larguei meu super estagio que meus supervisor queria até fazer por mais um ano o contrato... devia ter ficado... Mas pq namorava e ganhava pouco eu queria fazer uma super comemoração para nos... Num parque aquático ou uma viagem de dois dias... Ou algo super maneiro, mas no fim, mesmo mudando de emprego e sofrendo muito no novo... não rolou nada pois ela desanimou de fazer qualquer coisa.... E fomos aqui mesmo na cidade! Isso me machucou... Não que não foi legal, mas pq não rolou.... Tenho a a sensação que ela nunca me amou, só me queria por perto pq fazia bem... Enfim... Terminamos em janeiro e ainda sofro por ela... Sinto uma dor no coração, uma falta... um pedaço... algo precisa ser preenchido... mas não só isso... Um pensamento constante nela... Fui até na igreja atrás de Deus pra ele restaurar a relação... Fiz isso durante a pandemia em uma que permaneceu aberta com todos os cuidados e tal... Dava umas 5 pessoas, pois eles tem a radio então dava pra o povo acompanhar.... Mas eu queria estar lá, foi bom sim, mas foi mal também... Pois cada mensagem de vai dar certo, vai ser restaurado eu associava a ela e acreditava que ia ter ela de volta... Cada vez mais e mais, até que comecei a ficar ouvindo mensagem o dia todo, buscando um nível em Deus q eu vejo que criei para alcançar o que queria.... Deus existe, mas parece que ele estava o tempo todo tentando me dizer que tem o melhor pra mim e só precisava eu parar e dar ouvidos ao bem que ele estava oferecendo... mas eu foquei nela, ela era o que eu queria e cada mensagem eu buscava achar algo que encaixava pro que eu buscava...
QUE FIQUE CLARO, DEUS É REAL E NOS AJUDA, MAS EU POR TER INDO EM UM LUGAR MAIS CONSERVADOR E ASSOCIADO A MINHA VONTADE A PALAVRA, CRIEI ESPECTATIVAS RUINS EM RELAÇÃO AO QUE EU QUERIA, JÁ QUE EU BUSCAVA ALGUÉM E NÃO UM BEM MATERIAL E ETC... OU O FUNDAMENTAL QUE É O PROPRIO DEUS... E DEUS NÃO PRENDE PESSOAS A ELE E A OUTROS... ENTÃO ACHO QUE ISSO JÁ EXPLICA TUDO.
O PARECE DIFICL E EU ENTEDER ISSO, MAS VOU ENTENDER!
Mas em julho eu larguei mão por não suportar mais esperar por ela e depois de tanto sofrer também fui deixando Deus de lado... Infelizmente... Sabe hoje eu me atrasei no segundo dia de trabalho e por sempre ter chegado atrasado, passado por isso ai... Estar com vários medos e uma ansiedade que aumentou muito depois dessa pandemia eu surtei... Estou sofrendo com insônia também e não dormi direito a noite, menos de três horas noite passada e na anterior o mesmo... e antes um pouco mais... semana passada muitos sonhos que fazia acordar com cabeça pesada... Surtei, chorei e bati na cabeça como falei... acabei por não ir no segundo dia... Acho que vou sofrer uma penalidade no serviço! Infelizmente não sei oq fazer mais.... estou escrevendo isso pois dormi e estou melhor agora! Tive dor de barriga e vontade de vomitar também e até dor de cabeça... Que passou depois da bancada... E na hora até o turbilhão de pensamentos sumiu na hora depois da pancada... ficou claro os pensamentos, mas agora já tem um certo embolo de novo... O trabalho parece legal, o fato ex estar lá me causa certo sofrimento... mas pior que ir lá me ajudou muito... Deu uma alivio no fim do dia... Mas não sei se passo de 45 dias pelo falto de hoje... :(
Não quero ser um peso pra minha família... Não quero ser um peso pra mim, quero que minha mãe sinta orgulho, meu pai, irmão... Pareço um cara frágil que a namorada achava frágil e quando viu esse lado frágil, não surtar pois nunca fiz isso perto dela, nunca cheguei num ápice assim perto dela, já passei por algo parecido mas me recuperei muito em 2015... Então em 2018 achei que estava bem, jogava, saia , conversava e tudo mais... Então me abri pra namorar... ela me achou incrível... mas quando viu que eu tinha ainda alguns traços dessa fragilidade foi em bora... Pois deve ter achado que eu não ia dar futuro... Em fim, talvez eu não creia em mim... Mas as pessoas dizem que eu tenho e tenho dons, talentos, habilidades e tal... ainda mais com TI! Não sei, preciso me ver... uma vez no psicólogo ele me contou sobre narciso e queria que eu olhasse pra mim e se apaixonasse por mim.

Bem só queria saber o que dizer no trabalho amanhã... Tenha um contrato e um compromisso, e posso sofrer multa e ser processado... Enfim, não quero manchar mais uma vez minha carteira... pq quando sai do estagio... logo depois menos de um mês sai do trabalho pois a equipe começo a me seguir dizendo que a forma que eu atendia os clientes e ensinava o soft estava errado e sempre eu falava algo eu via o olhar de desaprovação... mas eu sempre busquei fazer oque aprendi no estagio... se conectar com a pessoa pois a pessoa e que precisa de ajuda e não o soft...Não que eu seja o "cara" mas acho que aprendi certo com meu supervisor e geral na escola gostava de mim e eu era o cara da "Ti", mas não dei o devido valor!

Queria desabafar e me sinto pouco melhor... grato a cada um que leu aqui e se puder dizer algo que ajude, agradeço!
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2020.09.13 16:06 JumpyFisherman7601 Estou cansado

Me sinto inútil e sem importância, me esforço de forma incondicional pra fazer a coisa certa e cuidar das pessoas ao meu redor. Não que eu esteja buscando méritos mas parece que todos me passam pra trás mesmo eu tentando ajudar. No meu emprego meu chefe me trata como um analfabeto atrasado. Perdi o encanto em mim mesmo, quero dizer, não acho que sou "macho" suficiente pra isso tudo e já me disseram isso. Minha namorada trata meus problemas como sem sentido e eu acho que ela se incomoda com meu toque, mas agora eu só queria chorar abraçado nela, eu não tenho coragem de dizer pra ninguém sobre minha situação. Acho que estou atrapalhando todos ultimamente. Eu estou tão cansado...
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2020.09.13 07:10 KenzocaRJ Estou há 6 meses sem ver a minha namorada por conta da quarentena

Eu e a minha namorada nos vimos pela última vez no dia 15 de março e, por conta da quarentena, estamos sem nos ver desde então. Nós dois moramos no Rio de Janeiro, a cerca de 15/20 minutos de carro, mas não dirigimos e, em situações normais, usávamos metrô/uber. Outro dado importante é que nós dois moramos com nossos pais.
Desde o início da quarentena, o objetivo de fazer o correto sempre foi muito claro para mim, isto é, ficar em casa e fazer a nossa parte na sociedade, além de dar o exemplo para os demais. Além disso, preservarmos os nossos pais e nós mesmos. No meu caso, com exceção de uma saída emergencial no início de abril (em que saí de máscara, luva e óculos de proteção), estive em casa pelos últimos 6 meses. Estamos pedindo mercado, padaria e farmácia, além de outras mercadorias, por delivery.
Cada vez mais tenho visto as pessoas abandonarem o isolamento, ignorando o fato de que os números no Brasil não estavam melhorando. Felizmente, no Rio de Janeiro, e no Brasil como um todo, os número começaram a melhorar nesta última semana.
Entretanto, todo esse tempo afastado tem sido bastante pesado e estamos buscando planejar uma maneira de nos encontrarmos que minimizasse o risco de transmissão nossa e de nossos pais.
Gostaria de ouvir opiniões nesse sentido.
Por fim, gostaria de deixar uma mensagem àqueles que se encontram cumprindo também a quarentena rigidamente ao longo desses últimos 6 meses: fazer o correto é a única opção nesse caso e jamais nos arrependeremos disso. Pode parecer que não, mas ainda existe muita gente realizando o isolamento!
Abraços a todos!
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2020.08.31 05:12 bebetolittlefella Parei de ver porn

Esse é um post-desabafo sobre o porquê parei de assistir pornografia (tem 2 semanas) e o porquê de não pretender voltar. Isso não tem nada a ver com nofap, ou com alguma crítica a quem assiste ou faz pornografia, é apenas um relato bastante pessoal sobre o impacto da pornografia na minha vida e em como eu, particularmente, decidi mudar.
Há vários motivos pelos quais eu decidi parar com pornografia, mas os principais são esses (sem ordem especifica, os números sao só pq gosto de fazer listas kk):
1) Eu odeio a sensação de nao ter controle sobre minha vida, a sensação de estar viciado e de fazer algo que eu sei, enquanto estou fazendo, que isto está me prejudicando de alguma forma e mesmo assim nao conseguir parar.
2) Eu estava dormindo cada vez mais tarde porque deitava na cama pra dormir tipo meia-noite, decidia ver um porn e dava 3h30 da manhã e eu ainda estava vendo, as vezes ate sem masturbar. E aí no outro dia estava cansado, nao rendia no trabalho, ficava com dor de cabeça por ter dormido pouco (preciso de 8h, tava dormindo 5h as vezes) e isso ia tendo um efeito cumulativo durante a semana.
3) Estava ocupando boa parte do meu dia e permeando momentos que nao eram propícios, como, por exemplo, quando eu ia dar uma cagada e levava o celular pra ver um porn. Ou como quando eu levava o celular quando ia tomar banho, botava um gif de alguma travesti rabuda de algum subreddit, e apoiava o celular num lugar que nao molhava e aí ficava tomando banho e batendo punheta olhando pro celular.
4) Estava sempre precisando de "novidades" pra ter mais tesão com pornô, e acho que até "esgotei" alguns generos bem específicos que eu procurava pois nao conseguia achar mais video que eu nao tivesse visto. E aí a gente começa a buscar coisas mais "pesadas".
5) A indústria pornô é horrível e odeio saber que eu estava contribuindo pra gente muito escrota ficar rica. Alem disso, os sites de pornografia sao extremamente omissos em relação a exploração sexual, e eles têm um controle horrivel sobre o que é postado. Ex: videos de estupros reais são postados no pornhub (tem até um caso famoso que a vitima so conseguiu que tirassem o video do ar qnd fingiu q era uma advogada). Vc pode optar por assistir vídeos só amadores, pois aí sabe que nao há uma industria escrota por traz daquilo, mas muitas vezes nao tem como vc saber se o vídeo que vc está vendo é de sexo consensual, não envolve tráfico sexual, foi filmado com permissão de todos oa envolvidos, foi compartilhado com permissão de todos os envolvidos etc. Nao tem nem como vc saber que aquela guria q tu ta vendo no onlyfans nao está sendo, de alguma forma, coagida a ganhar grana postando o corpo. Provavelmente nao, mas é esse o nível de abuso que pode rolar e vc, com o pau na mao, escolhe ignorar ou nao querer ver.
6) A objetificação das pessoas. Um exemplo particular: nao conheço nenhuma mulher transexual ou travesti pessoalmente e aí, como elas tem pouquissima representatividade na TV e meios de comunicação (alem de na vida real em geral), basicamente meu contato com elas é por filmes pornôs. Isso acaba me fazendo fetichizar trans/travestis. Com mulher cis eu nao percebi uma fetichizaçao tao grande e exagerada quanto com mulher trans, mas também ocorre. Dessa forma, me abster de ver pornografia é também uma tentativa de ver as pessoas em toda sua complexidade e riqueza, e acho que isso pode me tornar uma pessoa melhor.
7) Decidi focar no meu relacionamento (monogâmico) e investir nele. Eu percebi que ficar pesquisando pornografia reforçava no meu cerebro a ideia de que eu precisava de algo FORA do meu relacionamento pra me sentir satisfeito. Alem disso, ficava fazendo comparações, querendo que minha namorada fizesse coisas x e y, e ficava chateado por ela nao ser x e y. Esse mesmo comportamento de busca "externa" acontecia de outras formas que tbm estou cortando, como ficar pesquisando mulher gostosa no instagram, ou ficar buscando as gostosas na rua. A questão é muito simples: se eu estou o tempo todo reforçando no meu cerebro a ideia de que fora do meu relacionamento há mta mulher gostosa q eu gostaria de comer, como que eu vou conseguir focar num relacionamento monogâmico e ter mais vontade de transar com minha namorada? É melhor entao eu canalizar toda essa minha energia para quem realmente importa pra mim.
8) Eu vivia reclamando que nao tinha tempo livre pra fazer as coisas q eu gosto, no entanto tava gastando mais de 6 horas por semana com pornografia, entao eu simplesmente ganhei umas 6 horas por semana pra gastar com coisas mais uteis pra minha vida.
Bem, isso é o que lembrei por agora, as razoes principais de eu ter largado pornografia. Eu já tentei largar pornografia diversas vezes, mas sempre pelos motivos errados. Aliás, nao porque os motivos em si eram errados, mas porque eles faziam mais sentido para os outros, nao pra mim. Agora, mesmo que alguns desses motivos sejam os mesmos que eu usei para tentar parar outras vezes, eles sao diferentes pq agora sao pessoais, fazem sentido para mim, cada um deles tem um impacto perceptível na minha vida e experiência pessoal. Nao to fazendo pq a galera do nofap disse q é bom (ate pq n tenho nada contra masturbação), pq algum cientista falou, ou pq algum site listou todos os problemas de consumir pornografia. Eu to fazendo porque, para minha vida e para meus objetivos, nao há mais espaço algum para pornografia. Talvez seja por isso que, de todas as vezes que eu tentei parar, essa é a primeira em que eu nao sinto que estou perdendo alguma coisa, pelo contrario, sinto que agora posso ser eu mesmo, com minha moral, meus objetivos e com o controle sobre minhas atitudes.
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2020.08.25 15:45 Daanwalker Eu não reconheço o cara do espelho

Olá, esse é meu primeiro post aqui, gostei muito de ver pessoas ajudando pessoas, homens que não tem masculinidade frágil postando coisas que eu me identifico, é maravilhoso, parabenizo a todos por algo tão lindo. Vamos ao meu desabafo! Há alguns meses eu venho tendo um choque de realidade, ajudei a cuidar de uma casa, comércio e da minha vó por um tempo, me fez enxergar o quanto você precisa viver, se impor, lutar pela sua felicidade... Eu vi minha vó na cadeira de rodas chorando por não conseguir andar, meses depois com vários tratamentos ela conseguiu superar essa fase do câncer, hoje anda normalmente e até precisamos dizer para ela: " Vó não exagera na faxina", ela não é minha avó de sangue mas eu a considero como se fosse mais que isso.
Uma coisa importante para mim foi vencer a pornografia e a masturbação, isso é essencial para todos, assim como qualquer vício não é fácil simplesmente dizer pra si mesmo: " não vou mais ver porno e nem me masturbar", a luta contra isso foi demorada, troquei pornôs considerados por mim machistas por pornôs voltados ao prazer feminino, até pq nós homens precisamos aprender que não é um pênis e uma vagina que se resume o sexo.
Tive uma experiência FODA na Twitch, passei mais de 55 dias fazendo lives todos os dias, eu fazia por puro prazer, repetindo, PURO PRAZER (não prazer sexual, mas prazer em fazer algo que ama), foi uma experiência incrível, conheci pessoas incríveis, tudo era maravilhoso, eu fazia minhas lives e ia pro curso com o sorriso estampado. Mas isso durou apenas 55 dias, após isso tive uma recaída de depressão e ansiedade, me afoguei em meus próprios pensamentos, não conseguia chorar e muito menos expressar para alguém o que eu sentia, afinal, eu não tinha ninguém com quem desabafar, parei com as lives fazem 5 meses e pretendo voltar quando estiver tudo organizado e com maior qualidade (eu sou chato com qualidade). Eu me sinto uma nova pessoa, eu estou cuidando de mim mesmo, passo máscara para espinhas e cravos, estou tomando bastante água todos os dias, minha família está montando um comércio e eu estou dando o sangue nisso, estou buscando entender mais sobre mim, tenho psicólogo e psiquiatra essa semana, estou impondo o respeito e valor que eu mereço, sou um homem hétero que não tem frescura pq se minha futura namorada quiser me transformar em uma drag queen eu direi "MEU AMÔ EU TO UMA DIVA!!!". São várias coisinhas pequenas que nos tornam gigantes, eu tenho apenas 20 anos, sou um cara cheio de projetos e com vontade de mudanças, comecem pelo pouco, rotinas se criam aos poucos e precisamos ter paciência com nós mesmos. Se você quer criar uma rotina, aqui vai uma dica: COMECE PELO POUCO, exemplo: "quero tomar 2L de água por dia", Comece tomando 500ml por dia e aumente quando necessário! Obrigado pela atenção, pela paciência e xau 🥰
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2020.08.24 15:02 LeastFudge9 Se querem uma dica, procurem saber o que buscam em relacionamentos antes de sofrerem por não estarem em um (ou de efetivamente entrarem em um)

Vejo muitos posts de "nunca namorei" por aqui, entendo cada um de vocês e digo que me vejo um pouco nesses posts também. Talvez meu post ajude. Isso aqui vai ser longo.
Sou homem, hétero e tenho quase 25 anos. Até os 22, nunca tinha namorado, nem transado, e entre essa idade e meu primeiro beijo (aos 11 anos de idade), eu havia beijado quatro garotas, uma delas talvez eu não devesse contar, pois foi uma amiga de minha mãe bem mais velha que praticamente me forçou a fazer isso quando eu tinha 14 anos. Mas ok, contemos quatro garotas dos 11 aos 22 anos. Isso me deixava triste nos mesmos moldes que vejo aqui em muitos posts.
No dia do meu aniversário de 22 anos, uma conhecida 16 anos mais velha avançou nas investidas por WhatsApp e me enviou nudes. A partir de então, foi tudo muito rápido, tive minha primeira vez com ela e foi fantástico. Ela estava em um processo de divórcio iniciado havia menos de um mês e tinha um filho de oito anos. Daí começa meu inferno.
Ela era uma mulher muito inteligente, bonita e, para me convencer a iniciar um namoro, praticou o famoso "love bomb", eu me sentia o cara mais foda do mundo, ela inflava minha autoestima de uma forma que ninguém jamais havia feito. Iniciamos um relacionamento sério e entrei no fogo cruzado de uma guerra que envolvia minha então namorada, o filho único dela de oito anos de idade e um ex marido extremamente agressivo e descontrolado.
Cheguei a receber ameaça por WhatsApp do tal ex, o filho dela levava recadinhos velados do pai pra mim, me ligava quando estava com os coleguinhas e me xingava das piores coisas e dos piores nomes possíveis (palavras que uma criança da idade dele não devia saber). Tudo isso enquanto frequentemente o garoto chegava da casa do pai quebrando a casa e gritando, eu acho que isso de esperar o inferno toda vez que ele ia pra casa do pai provavelmente foi o que me fez desenvolver um grau de ansiedade. E como já deve ter sido possível perceber, rapidamente eu ficava mais na casa da minha então namorada que na minha própria casa, por livre espontânea pressão.
Como se não bastasse, minha então namorada era extremamente controladora. Com o tempo, eu não podia mais conversar com outras mulheres, ela gritava comigo e quebrava a casa quando estava - nas palavras dela - "surtada". Pra ajudar a ilustrar, lembro-me que uma vez bocejei enquanto estávamos em um restaurante (EU organizei a ida, foi meu presente de dia dos namorados) e ela começou a brigar, perguntando se eu não queria estar ali (e então passei a ter receio de bocejar perto dela - e eu bocejava bastante, porque trabalhava e fazia faculdade).
Houve também uma situação em que recebi uma proposta profissional que significaria passar quatro meses em outro país. Ela surtou, passei uma noite em claro com ela gritando, quebrando a casa, tentando me expulsar de lá (como eu iria embora com a mulher naquela situação?). Enfim, foi um inferno, nem gosto de lembrar. Acabou que eu neguei a proposta profissional, ao mesmo tempo em que ela saiu falando para meus amigos (que viraram amigos dela também) sobre como ela, apesar de triste com a distância, achava uma oportunidade e um projeto muito importantes. E também encontrou meios de me manipular ao ponto de eu ficar na dúvida sobre por que eu tinha negado a proposta. Recentemente, depois de mais de um ano de terminados, ela disse pra uma prima minha sobre essa história e confessou que "fez de tudo que foi possível" para que eu não fosse. Me senti um idiota.
O cúmulo, na verdade, foi quando minha família alugou um sítio para comemorar o aniversário da minha irmã mais nova, a festa consistia em as pessoas mais chegadas ficarem um fim de semana inteiro neste sítio. Nessa época, minha ex já tinha desenvolvido uma posse sobre mim que incluía ter uma espécie de ciúme do tempo que eu dedicava à minha família (que já era quase zero). Justamente por isso, percebi que minha ex estava resistente a ir para este sítio, optei por fingir que não tinha percebido. No dia de ir pro sítio, como eu já suspeitava, ela estava em surto e passou a manhã inteira deitada. O filho dela estava ansioso pra ir, pois tinha piscina e outras crianças, então resolvi que iríamos eu e ele, disse isso pra minha ex e falei pra ela me ligar assim que quisesse ir, que eu a buscaria. O sítio ficava a uma hora de carro.
Vou resumir o que aconteceu, embora para passar o meu terror eu devesse contar detalhadamente. Basicamente, para fazer-me sentir-me culpado por ter ido sem ela, ela resolveu colocar fogo em umas toalhas (muitas!) no chão do banheiro, a ideia - isso tudo eu só concluí passados meses - era criar uma cena de horroincêndio pra quando eu chegasse. O que ela não calculou é que o álcool evapora rápido, então ela queimou o rosto, parte do cabelo, o pescoço, parte dos seios e da barriga. Ela me ligou em pânico e eu corri de carro tarde da noite em uma estrada deserta. Daí em diante nossos dias foram de hospitais (eu fiquei nos hospitais o tempo todo) e cirurgias plásticas. Ela não ficou com nenhuma sequela física. Depois que a ajudei com as queimaduras (em casa, eu fazia os curativos) e cicatrizes temporárias, terminamos (e no dia seguinte ao término ela bateu o carro e, pela forma como foi, parece ter sido proposital). Mas, enfim, consegui sair desse relacionamento abusivo depois de quase dois anos. Esse textão que escrevi é só uma porcentagem do que passei.
Menos de um mês após esse término, retomei contato com uma amiga (e paixonite platônica) de adolescência, acabou que ficamos e veio outro "love bomb". Caí nessa de novo pra depois de dois meses ela me tratar feito lixo, me dar respostas mal educadas, me ignorar e perder a paciência por coisas banais. Essa noite tive um pesadelo com o desdém dessa última ex (faz nove meses que terminamos) e acordei mal, por isso vim aqui desabafar. Felizmente, esse outro relacionamento não durou mais que quatro meses.
Hoje, olhando pra trás, percebo que caí nessas porque tenho uma carência advinda de um abandono afetivo na infância/adolescência, fruto de situações com meus pais. Ou seja, eu estive buscando suprir com relacionamentos uma carência paternal/maternal, então virei alvo fácil para pessoas complicadas ("love bomb" e visões idealizadas e fantasiosas de relacionamentos me fisgaram fácil). Eu estou bem atualmente e bastante feliz com vários projetos pessoais e profissionais, talvez esteja na melhor fase da minha vida nestes termos. No entanto, estou quebrado para relacionamentos e sei que precisarei de terapia para superar a resistência que adquiri com os traumas que relatei. A conclusão é: procure conhecer a si próprio e reflita bastante sobre porque não estar em relacionamentos lhe afeta, pois você pode estar tentando tapar um buraco que na verdade lhe fará ser presa fácil. Esteja em um relacionamento por ter descoberto alguém que te leve para frente, não somente por estar. Inclusive, não faz sentido estar em um relacionamento apenas porque você quer estar em um relacionamento. Não sei se estou sendo claro.
É isso, obrigado.
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2020.08.08 10:20 lizardz4u80 Ourensanos poderiam sanar uma dúvida por favor?

Olá Galegos, Minha namorada vai ser professora na escola Antonio Faílde em ourense nesse próximo ano escolar.
Estamos buscando uma casa que seja mais ou menos próxima da escola, mas não conheço bem a cidade. Pelo que me aparece no google maps a escola está bem longe do centro e não encontrei transporte público que leve alí.
Algum estudante do centro ou professor por aqui pode me confirmar que é isso mesmo ou existe alguma linha secreta que só os locais conhecem?
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2020.07.23 07:57 SopaDeMolhoShoyu Você já deixou de admirar uma pessoa famosa?

Primeiramente, quero informar que eu sou contra a cultura do cancelamento, acho péssimo essa história de pegar algo que foi dito por alguma celebridade há alguns anos e usar isso para destruir a carreira da pessoa. Todos erram e deveriam ter a chance de dizer "errei no passado, porém mudei, e o que eu fiz na época não representa quem eu sou hoje em dia". Além disso, discutir um tópico dá margem a diversos pontos de vista, que não necessariamente são errados. Por isso, é algo horrível fazer uma devassa na vida de pessoas públicas, buscando material com o único intuito de causar destruição. Dito isso, existem coisas condenáveis o suficiente para deixar de admirar uma celebridade.
No meu caso, essa pessoa pela qual eu perdi a admiração foi o Steve Jobs. Na minha adolescência, eu o via como um cara que criava coisas incríveis, um gênio, uma pessoa com um dom de ver além do que as outras pessoas viam, mesmo que eu só tenha possuído um produto da Apple na minha vida (no caso, um iPod que minha tia me trouxe dos Estados Unidos). Além disso, eu o via como uma pessoa legal, muito por conta dos discursos inspiradores que ele fazia nos lançamentos de cada inovação que a Apple mostrava para o mundo. Aí, no primeiro ano de faculdade, um professor colocou "Pirates Of The Silicon Valley" em uma aula, para que a turma assistisse. Confesso que fiquei chocado ao ver o Steve Jobs sendo retratado daquela forma tão cruel. Depois, fui pesquisar, e vi que tudo era verdade. Ele abandonou a namorada grávida com a filha dele (e demorou anos para assumir a paternidade), gerou um racha entre equipes na Apple (não me lembro agora se foi a equipe do Lisa ou do Apple II, mas foi uma dessas contra a do Macintosh), roubou a idéia de interface gráfica da Xerox e era um sujeito tão selvagem quanto o Bill Gates. Depois, descobri a forma como ele tratava os seus funcionários, os seus parceiros de negócios e os candidatos a vagas na Apple, o que me fez perder totalmente a admiração pelo sujeito. Eventualmente, mais podres surgiram sobre o Steve Jobs (tanto antes quanto depois da morte dele), mas eu já não o admirava mais, então não me chocou como ocorreu anteriormente. Hoje, eu o vejo como alguém que fez sim coisas legais para o mundo no qual vivemos, mas que não foi uma boa pessoa. Pelo contrário, era alguém extremamente egoísta, selvagem e instável emocionalmente.
E vocês? Também passaram pelo processo de deixar de admirar uma pessoa pública?
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2020.07.16 20:44 prmoreira23 Imperialismo Flamenguista

Boa tarde pessoas,
Sou corinthiano e minha namorada é flamenguista. Ontem ela comemorava o justamente conquistado título carioca do Flamengo dizendo se tratar da maior torcida do mundo.
Naturalmente essa afirmação doeu em meus ouvidos alvinegros. Sempre achei estranho que um clube de um estado com menos de 20 milhões de habitantes pudesse ser a maior torcida do país.
Por favor, não me levem como referência de corinthiano. A Fiel não está nem aí para o tamanho da torcida de outros clubes, está dedicada demais a torcer pelo Corinthians pra se importar com isso. É minha mesquinhez que me move para fazer a análise a seguir que espero ser interessante. Pago com minha dignidade o preço de levantar dados para a conversa.
Queria saber: De onde vem tantos flamenguistas? Será possível que exista um processo colonial imperialista carioca que absorve o povo brasileiro e destrói as raízes de clubes locais buscando ganhar o titulo de maior torcida do país?
Pesquisei os dados nacionais e locais para definir o tamanho das torcidas do país. Optei pela pesquisa do Datafolha de 2019 [1] por apresentar uma boa metodologia. Infelizmente ele apresentava os dados em regiões ao invés de estados. Já perdemos aí uma nuance da distribuição geográfica. Mas deve ser suficiente.
Para transformar a participação percentual de cada clube na torcida da região em participação percentual de cada região na torcida do clube transformei os dados percentuais em números absolutos usando dados do IBGE do tamanho da população em cada região [2] para definir o tamanho da torcida em cada região para definir sua participação no total.
Defini minha amostra como as 10 maiores torcidas do país segundo a própria pesquisa (a saber: Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Vasco, Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Santos e Atlético Mineiro) e fui ver sua % local de torcedores:
Considerei os 4 clubes com maior percentual de torcedores locais como fortemente locais, Cruzeiro (84%), Grêmio (82%), Internacional (80%) e Atlético Mineiro (>90%). Todos com mais de 80% da sua torcida na região do clube
Não temos clubes com participação local entre 60-80% (chamaria de locais)
No meio do caminho (40-60%) temos 5 clubes. Como temos metade da amostra e o intervalo 40-60% inclui o 50% decidi dividir o intervalo para clareza
Semi-locais Entre 50% e 60%: Corinthians (54%), São Paulo (58%) e Santos (56%)
Semi-imperialistas Entre 40% e 50%: Palmeiras (49%) e Vasco (42%)
E por fim vemos o clube mais imperialista. Um clube que mantém vastas colônias pelo Brasil sacrificando o futebol local num altar na Guanabara para poder se manter como a maior torcida do Brasil. Um clube que não teria nenhum problema em sequestrar filhotinhos de doguinhos só por diversão [carece de fontes]. Um clube que simboliza literalmente toda a crueldade como quando deixou o River Plate achar que ia levar a Libertadores de 2019 até os 5 minutos finais:
Imperialistas (20-40% torcida local): Flamengo (35%)
Assim o quadro do imperialismo flamenguista se pintou diante de mim e eu não posso ficar calado diante de tamanha injustiça. Acredito fortemente que corro risco de vida – não pela torcida do Flamengo, mas pela minha namorada que lê este texto enquanto o posto aqui.
A vida nunca mais será a mesma depois desses dados. A minha, no caso.
Quando corrigimos o ranking excluindo as colônias dos clubes o ranking das 10 maiores torcidas se altera. Corinthians passa o Flamengo (15.9mi e 15mi), São Paulo se mantem (9.7mi), Cruzeiro e Grêmio ganham posições (7mi e 6.8mi) do Palmeiras (6.1mi) e vemos o Atlético-MG (4.4mi) ajudar no despencar do Vasco e Santos (3.5mi cada).
Porém ainda não consigo aceitar que o Flamengo, um clube do estado do RJ (17mi de habitantes) possa ter tantos torcedores. Certamente o Espirito Santo (4mi) é refém das garras coloniais do famoso clube de regatas. Porém isto cai no ponto cego dos meus dados – não encontrei dados por estado coletados sob uma mesma metodologia.
Trago-lhes Conhecimento. Sou a tocha da caverna do Platão que joga luz sobre o imperialismo flamenguista que tenta projetar sombras de maior torcida do país – mas vocês podem hoje ver que o consegue às custas do futebol local regional.
REFERENCIAS
[1]Time de Preferência, Instituto DataFolha 2019 http://media.folha.uol.com.bdatafolha/2019/09/17/77975ecbd43522f8fe59b29b8f93d09atdp.pdf Acessado 16/07/2020
[2] Lista de Unidades Federativas do Brasil por população, Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_popula%C3%A7%C3%A3o#cite_note-IBGE_POP-1 Acessado dia 16/07/2020
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2020.07.01 13:17 twicegustavo Sei lá.

Cara sou igual a maioria de vezes, como dias e dias de baixos, já aceitando o paradoxo que a vida só vai fazer sentido quando encontrar oq se dedicaria o suficiente para morrer por ela. Mas bem, eu tenho namorada a um tempinho (bati até meu recorde de duração de relacionamento sério) mas eu não gosto dela, não é tipo "ah se a gente fosse amigo eu queria ser amigo dela" (até pq eu não iria querer nem olhar na cara dela, todos os dias tento imaginar um motivo que valha terminar que não seja filhadaputa com ela (inclusive muitas vzes espero que ela seja fdp comigo, para ter um motivo plausível. No que tange os relacionamentos, eu nem gosto da maioria deles, considerar gastar o SEU tempo para satisfazer alguém. Na minha cabeça ainda rodam dois espíritos de garotas uma ex que terminei uma 3 ou 4 vezes a anos, e sempre esbarro com ela tento manter o contato mas sempre vem algo tipo "não sou otária de cair nisso outra vez"; a outra é uma colega de faculdade que qualquer pessoa que porra, minha namorada em média tá ai nas 8.5, essa guria da faculdade não chega no 6 ou 7 e eu até trocaria, já rolou uma ou outra coisa, mas dá pra ver que é algo que ou se investe (e na quarentena tá impossivel) ou nem adianta. Eu tenho um trabalho legal (dá prapegar home office, sem redução salarial, antes de me formar já peguei algo que me paga tão bem quanto o formado. A questão no fundo, é que nada disso me deixa alegre. As vezes eu me pego pensando, porra eu tô fazendo um trabalho que me deixa tranquilamente farrear todo fds, e não é tão cansativo quanto se imagina (auditoria de contratos administrativos). As vezes eu me pego pensando que não sou bonito, não sou sociável, conto não mais que 2 ou 3 amigos, e minha namorada já está incluída, e mesmo assim consegui uma guria que não tem pra onde sair, eu vejo nego dando em cima dela, na verdade eu nem ligo e tomo mais como "ó os cara, até eu pegava, e ela quer ficar comigo?". Mas eu não sinto contentamento nenhum. O sentimento mais intenso que sinto é a vontade de ficar em cama depois de 40gts de rivotril, esperando acordar para descobrir se tem trabalho, se não, provavalmente vou me drogar com qualquer coisa próxima. Durante um tempo, quando quase perdi a faculdade por festas sem sentido, só buscando 1s de euforia em meio a noites e noites, eu quase perdi semestres inteiros duas vezes, e ainda não aprendi, confesso. As vezes, eu só queria alguém com quem conversar sem sentir necessidade de usar qualquer coisa, só para sei lá, colocar para fora. E como tenho um relacionamento complicado com as drogas, quando chegarem pelo delivery muito provavelmente eu vá lhe ignorar enquanto ainda houver estoque, eu não sei mais. Durante um tempo eu tive uma depressão, e parei com tudo, tudo, justamente pq tinha observado que eu só precisava cansar o corpo, a alma gente lida depois, então como todo engravatado, voltava, 1 copo de cachaça (qualquer uma) e umas 30 gotinhas de rivotril, pra aguentar o próximo dia, eu não tinha tempo para pensar em mim, ou qualquer coisa que não fosse o trabalho, foi uma época boa, aí inventaram isso de "vida social".
Todos os meus relacionamentos sociais, amorosos, afetos e assim vai são do nível chernobyl, eu não sou o babaca que envenena tudo, ou espero não ser, mas a capacidade de atrair gente assim é absurda.
Eu estava de boas com minha doença, esquecendo qualuer coisa sobre mim e focando no meu emprego, mas a vida social disse "oi" e tudo foi por água abaixo.
Eu nem sei se quero respostas ou qualquer coisa, eu só queria falar.
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2020.05.26 22:55 Luk3_Gh0st Estou perdido... onde raios está a verdade?


Eu cresci em um família predominantemente católica e sempre fui educado aos moldes tradicionais, mas eis que chega uma época que apenas cantar musiquinhas na igreja não bastava para manter minha fé. Por volta dos 13/14 anos comecei a questionar, mesmo que com um certo receio, todos os ensinamentos que me eram passados. Não passei pela famosa fase do "ateu revoltado", mas simplesmente , depois de estudar muito sobre o tema, acabei ficando entalado no agnosticismo aos 15 anos e aceitei que eu era um simples humano e que nada sabia sobre nada.
Hoje, aos 16 anos, tenho voltado aos antigos questionamentos que martelavam minha cabeça. Eram tantas filosofias, tantas correntes dentro de uma mesma religião, tantas teorias científicas e tantos pensamentos políticos que eu ficava à margem disso tudo pra não correr o risco de me afogar.Enfim, onde está a verdade? uns dizem "Deus Vult", outros dizem "deixe isto de lado, apenas viva a vida evitando a dor e buscando o prazer","Não há verdade absoluta,então não confie na minha frase"," Nietzche é pika,leia ele finja que é intelectual no Twitter" já outros afirmam sem menos preocupações: "Sei lá,eu só queria uma namorada" e por aí vai...
Quando eu descobri o conceito do "Primeiro Motor Imóvel" de Aristóteles e as 5 vias de Santo Tomás de Aquino, logo virei os olhos novamente para o catolicismo e pensei "finalmente acabou, agora que tenho esse conhecimento metafísico como base, daqui pra frente é só alegria",mas nem tudo é um lindo mar de rosas ... malditos Rothbard, Mises, Darwin,Stephen Hawking e Pirulla. Já perdi horas lidando com o paradoxo de Epicuro, com as divergências entre o libertarianismo e o cristianismo e até já me peguei flertando com os ensinamentos budistas e filosofias orientais durante uma certa época XD.
--------------------------------------------------------------------------------------->Não aguento mais essa porra de vai e vem :v
Por enquanto,apenas posso ler e buscar mais material para(tentar)responder minhas dúvidas sobre esses assuntos e decidir,finalmente, qual caminho vou seguir... ou simplesmente volto ao agnosticismo,mas ficar repetindo aquela frase do Sócrates pra mim mesmo parece um tanto preguiçoso de minha parte.
E você, já conseguiu encontrar a verdade?
submitted by Luk3_Gh0st to desabafos [link] [comments]


2020.04.04 01:17 95_zero Meu "amigo" me bloqueou das redes e eu nem ao menos sei o porquê.

Eu tinha um amigo e a nossa amizade tinha mais ou menos uns 9 anos. Sempre fomos muito próximos, dentro do possível dessa vida contemporânea corrida. Tínhamos uma relação de irmãos (nos chamávamos assim, na verdade), e eu ia batizar a filha dele. Quando ele engravidou a ex-namorada acidentalmente, eu estive do lado dele buscando soluções que pudessem confortá-lo; quando a ex-namorada dele enchia o saco por não aceitar que ele mexesse com ocultismo, sendo ela evangélica, eu estive do lado dele dizendo palavras reconfortantes que mostrasse a ele que não estava errado por gostar dessas coisas. Ele sempre foi muito ligado à espiritualidade, principalmente a não convencional, e um dia ele me mandou um áudio de oito minutos me dizendo que estava amando estar na umbanda e tinha encontrado o lugar que realmente as pessoas o acolhiam, e logo ele iria se batizar. Eu chorei ouvindo porque sei o quanto ele já sofreu convivendo com a família Testemunha de Jeová que sempre o julgavam, e fiquei feliz por ele ter encontrado um lugar em que se sentisse 100% bem.
Ultimamente não estávamos conseguindo nos ver devido à correria, e eu percebi que havia um distanciamento da parte dele em relação a mim há um tempo, porém como ele sempre foi um rapaz problemático, eu ignorei. Nunca cobrei nenhuma postura dele porque eu o aceitava do jeito que ele era. Se queria conversar hoje, ok. Se não, ok também, respeito seu espaço.
Aí hoje eu tive um insight... Aqueles que você para e pensa "nunca mais eu vi fulano nas redes sociais", e fui atrás dele. Ele me bloqueou no zap e no Instagram. Motivo: eu não sei. Na verdade, eu suspeito, mas se for realmente isso, acho que realmente é melhor ficar longe de certas pessoas. Um dia estávamos conversando sobre uma menina que é ex de nós dois, e ele não falava com ela porque ela tinha deixado ele pra ficar com outro cara. Nunca tivemos problema com isso, de verdade. E nessa conversa eu disse a ele que achava ela muito bonita, porém ele não havia me contado que tinha retomado as relações com essa menina e que eles estavam ficando. A partir daí ele começou a me tratar estranho. Isso foi em janeiro.
De toda forma, eu tô confuso. Dói porque eu sinto que fui apunhalado pelas costas, porque sempre fiz de tudo por ele. Mas enfim, é a vida. Desculpem o longo texto.
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2020.03.09 16:55 lucasmcon Recebi uma proposta de emprego para morar em outro estado.

Recebi uma proposta de emprego de uma Startup, para morar e trabalhar em outro estado.
É uma contratação PJ com uma salário de 7k, e os benefícios são:
- café da manhã- ambiente de start up ~moderninho com frutas, snacks, TV, Alexa e mesa de ping pong para relaxar- eles pagam o almoço 3x por semana (em um restaurante que fica no predio, os outros 2 dias aparentemente você que se vire)- auxilio realocação (despesas com mudança, passagens, hotel e coisas do tipo).
Eu achei o salario legal mas os benefícios são pouco atrativos, além de ser PJ....
To realmente tentado com essa proposta, mais pela experiencia de trabalhar em uma empresa de tecnologia (algo que venho buscando faz um tempo) mas ao mesmo tempo estou nesse dilema de ir para um lugar a mais de 500Km de onde estou atualmente (deixando familiares, amigos, namorada para trás) e tomar no cu legal caso não de certo, voltar com uma mao na frente e outra atras.

Queria a opiniao de alguem que trabalha como PJ...
Outra coisa que me deixa pé atras é que na matriz (que fica em São Francisco), oferecem diversos benefícios... ao meu ver a cultura deveria ser mantida aqui também, mas aí eles chegam com esse lance de PJ....

EDIT:
Depois de muito pensar e colocar na balança, acabei recusando a proposta.

Obrigado aos comentários pessoal, isso ajudou na minha decisão final.
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2019.10.15 04:43 Enigma_Machine1 Pessoas que trataram ciúmes com um psicólogo, me deem uma luz aqui

Estou tendo um problema sério de ciúmes no meu relacionamento. Tenho os sinais mais clássicos disso: ciúmes do passado da pessoa, me comparo toda hora com os ex-namorados dela, tenho aquele medo de perdê-la, tenho um certo ciúmes dos amigos (mesmo conhecendo alguns e gostando muito deles), sem contar o mar de toxicidade que são as redes sociais nesse sentido (de achar que toda a atividade da pessoa é "suspeita" - eu não fico monitorando isso 24h por dia, mas invariavelmente aparecem para mim interações normais que ela tem com os amigos etc).
Eu fico chateado por isso me ter pego de surpresa. Eu nunca tive ciúmes fora do "normal" antes desse relacionamento. No meu último namoro eu fui traído, e foi aquela história: eu estava desconfiando há algum tempo, tive a confirmação pois acabei sendo trocado. Isso foi há mais de 2 anos atrás. Sinto que desde então eu nunca mais consegui confiar em outra pessoa. Tive uma vida de solteiro bem normal depois disso, quase 2 anos tendo apenas encontros casuais e um ou outro lance mais sério. Meu namoro atual é de 8 meses. No início eu não tinha ciúmes algum, pelo contrário, eu nem sequer encanava com isso. No entanto, foi só minha namorada fazer uma brincadeira um dia, sobre traição e tal, que as lembranças do meu último relacionamento vieram a tona e aos poucos vi os ciúmes se instalando dentro de mim e, por mais que eu reconhecesse isso, não conseguia fazer nada a respeito. Meu pensamento ficou viciado. Fico procurando pelo em ovo, buscando nas entrelinhas das coisas que minha namorada me diz, algo que não existe. Eu tenho dificuldade em discernir o que é real e o que é coisa da minha cabeça nesse sentido. Sinceramente, eu não sei se minha dificuldade em confiar é nos outros, ou é confiar em si mesmo.
Estou em busca de tratamento psicológico pois tenho plena noção que os ciúmes que eu tenho são insustentáveis a longo prazo. Gostaria de saber das experiências de quem já passou por isso e buscou ajuda. Como foi o tratamento? Vocês conseguiram mudar? Os ciúmes desapareceram? Conseguiram tocar o relacionamento depois disso? Queria apenas saber que isso é de fato possível de ser mudado, isso já me aliviaria e muito a consciência.
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2019.09.15 06:15 suicidenounwhatever Estou a beira do suicídio...

Tenho 30 anos e me sinto um fracasso. Meu trabalho é uma merda e quase não me sustenta, tenho de constantemente pedir ajuda financeira oara meus pais, me mudei recentemente com uma namorada que não consegue fazer porra nenhuma direito e é muito mais nova do que eu e fica buscando minha aprovação. Estou com uma situação judicial bem zuada. E sinceramente nunca achei a vida lá essas coisas. Tudo que conquistei meus pais tiraram de mim. Antes tudo que trilhava ou que eles me deram, tipo faculdade, estudo... eles tiravam antes de eu poder terminar. Não suporto mais minha situação e meu estado de miséria. Estou há semanas pensando em acabar com tudo e estou chegando no ponto de achar que vai ser a única solução. Sequer vou ler ou responder comentários, apenas preciso desabafar.
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2019.06.29 15:32 morgado123 O desabafo de um jovem cansado, cujo peso é dos outros. Se alguém quiser conversar sobre qualquer coisa é só me chamar

Eu nunca me imaginei buscando ajuda ou sentido no anonimato, mas achei que fosse a hora. Eu sempre tive carência por sentido da vida mas aceito que é impossível de achar, e apesar de ser privilegiado no msu país, a felicidade parece impossível de ser alcançada só com coisas materiais ou superficiasi. Eu tinha um quadro de depressão que começou mais ou menos quanto eu tinha 14 anos, eu não deixei isso interferir nas coisas principais da minha vida, estudo, família, só fui diminuindo minha interação aos poucos.
O tempo foi passando, há alguns meses eu conssgui entrar na faculdade que queria e até comecei a namorar pela primeira vez, extasiado por amor e drogado por finalmente achar alguém que se conectou com meus sentimentos, eu cometi o erro de deixar minha falsa esperança baseada nisso. Não me entenda mal, eu sei que é coisa de adolescente mas essa garota me fazia ter um pouco de esperança no mundo.
Até que ontem, ela veio aqui em casa com o pretexto de me contar algo muito sério, gelei mas aceitei, decidimos então que seria melhor faalr sobre isso fora de casa, perto da minha cada tem um orquidário uma estrutura de madeira com várias orquídeas, eu percebi no rosto dela que o que ela iria me contar, pesava toneladas, a caminhada de 15 minutos foi silenciosa, não trocamos palavras mas nao foi um silêncio de desconforto, nem de mágoa, enquanto eu segurava a mão dela, aquele silêncio era só o silêncio, quando chegamos lá depois de um tempo ela começou a me contar um evento que teria acontecido na infancia dela envolvendo um familiar, não vou expor a intimidade da minha namorada mas já dá pra imaginar, apesar so choque eu tive que me manter firme, não por algum contexto de masculinidade mas porque eu nao poderia por mais um peso nas costas de quem já sofrefa tanto, o que aconteceu na infância dela não foi longe o bastante pra deixá-la traumatizada (me aliviei momentaneamente), e nunca mais voltou à acontecer, com lágrimas quase escapando, e uma mão sangrando (a raiva me fez apertar minha mão com força demais), eu segurei o rosto dela e com um sorriso falso mas com boas intenções, eu disse ia ficar tudo bem, não sei se menti só o tempo dirá. Eu não pretendo nunca tratar minha namorada diferente por isso, sei que não é sua culpa, ela era uma criança não tinha como se defender nem consciência para alertar os outros, mas o fato da pessoa ter saído impune, ms atormenta, não consigo mais dormir e aquela voz que semmpre me pedia pra não sair de casa, que falava baixinho no meu ouvido que era melhor desistir de tudo, deixou o carinho e a gentileza de lado, hoje ela não sussurra, ela grita.
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2019.06.23 18:27 rubnesio Top 10 melhores(PIORES) cenas MARCANTES do livro As Crônicas de Arian Vol.1, com CLÍMAX, SEM CENSURA e versão SURTADA, sem nenhum revisor

A review COMPLETA foi postada aqui: Link
Depois de muitos incentivos de amigos e do pessoal do Twitter, li finalmente a obra do Youtuber Marco Abreu, publicada ano passado, 2018, em versão digital. Admito não ter ido com expectativas positivas do que esperar. O autor já demonstra limitações textuais no seu blog pessoal, quanto a posts mal escritos e um vocabulário muito limitado, cheio de vícios de linguagens e erros ortográficos. Mesmo tendo essa noção, fui surpreendido (negativamente) por um produto literário de conteúdo horrível, preguiçoso e de péssima qualidade.
Primeiro, um “pequeno” resumo do livro:
Resumo da história
Sinopse: “Um garoto acordou sem suas memórias perto de uma estrada do Sul. Com ele, apenas uma espada em condições ruins, mas com propriedades anormais. Ajudado por uma família, e depois por membros de uma guild, ele logo constatou que todos que ficavam perto dele acabam sofrendo, e se isolou.
Felizmente, ele nunca estava sozinho, uma fantasma, estava sempre a seu lado. Nos seus momentos mais felizes, e nos mais tristes, ela sempre estava lá para apoiá-lo. E com ela, ele seguiu, em busca de um sentido para sua vida, e respostas para os mistérios que o cercavam.
Um dia, finalmente conseguiu uma forma de obter respostas sobre si mesmo, ao entrar em uma missão, que, teoricamente, era para ser simples. Mas a missão não era o que aparentava. O que começou como uma escolta, virou algo sem precedentes na história do seu mundo.”
Se você leu a sinopse acima, a impressão que fica é: o livro vai contar a história do Arian nessa missão, em busca do seu passado perdido, enfrentando perigos ao longo do caminho, correto? E se eu disser que a história PRINCIPAL só começa depois do capítulo 20, onde ½ do livro são arcos periféricos que não agregam em nada a narrativa? Pois então...Vou tentar ser muito sucinto nessa parte, até para não alongar muito o texto, que já está grande para um caralho.
Começamos o livro com um arco de apresentação. Até aí tudo bem, porque é o que se espera do começo de um livro. Introduzir os seus personagens antes da grande aventura que irão enfrentar. E a sinopse dá entender que iria começar o capítulo introdutório com o passado do protagonista após acordar na beira da estrada. Então...não é bem assim que acontece de fato.
O primeiro arco começa em um bar, a partir da visão do segurança(???) do local, com seus pensamentos descritos pelo narrador do livro (a escrita é em terceira pessoa). Você já começa a torcer o nariz com aquele mundo, graças a inserção de vários conceitos avulsos e perdidos que não condiz muito com a realidade relatada. Aquele universo lembra muito o período medieval/feudos da nossa história antiga/idade média. Porém, o que nos foi apresentado é um mundo em que temos:
· Um sistema militar hierárquico e organizado, onde temos patente e divisão de funções bem definidas.
· A função/emprego de segurança em locais privados como bares(não são militares e sim pessoas normais sem treinamento específico).
· Sistema econômico complexo (conceitos avançados) , com noções de valores e mercado financeiro (só faltou citar a inflação no livro).
Entre diversas coisas, que geram certa estranheza e uma bagunça dentro das próprias regras estipuladas nas descrições. Vamos relevar por enquanto essa confusão de ideias prosseguir com o livro.
Voltando ao resumo, esse primeiro arco é basicamente uma forma de apresentar a GRANDE FORÇA “OCULTA” que o Arian tem no quesito podeforça. E qual a situação que o autor escolhe para demonstrar isso? Uma cena de ESTUPRO 🤦‍♂️(já vou abordar esse assunto mais para frente). Tudo se passa com uma MEIA-ELFA (enfatizo a palavra, porque é a motivação principal do Arian são essas mestiças inter-raciais), junto com o segurança (namorado dela), em que ambos são atacados por militares MALDOSOS e SÁDICOS (adjetivos usados a exaustão para todos os vilões desse primeiro livro). São salvos pelo protagonista aparecendo no momento previsível e oportuno. Depois do resgate, o Arian parte para outra jornada. Acabou o primeiro e nisso, já foram seis capítulos do livro. Enfim, um arco ruim e tosco que só serviu para apresentar três personagens que são de fato úteis: o Arian, o Cavaleiro Negro que o auxilia no resgate e na batalha (falo mais sobre ele depois), e da (nome da fantasma que está na sinopse e esquecida pelo autor por quase todo livro).
Em seguida, temos um segundo arco cheio de clichês até no talo. Um TORNEIO DE COMBATE está acontecendo, com a óbvia participação do Arian, é claro. Para quem vivia reclamando de histórias shounen, são mais dos mesmos, criança como protagonista, e sei lá mais o quê, o próprio Marco utilizar a mesma estrutura de uma competição/torneio como arco seguinte da introdução, semelhante a Dragon Ball, Naruto, Black Clover, entre outros mangás famosos de porrada, é no mínimo esquisito, bizarro, para não dizer contraditório. E somos apresentados a mais três personagens no final do campeonato: Marko, Kadia (ela consegue ler as mentes das pessoas a sua volta) e Dorian que farão parte da party dele.
Já se foi quase 20 capítulos até aqui de 44 presentes no livro vol. 1. Estou perto da metade do livro e quase nada da sinopse foi citada ou trabalhada no enredo? Sim. Exatamente esse sentimento que fiquei conforme lia o livro. É uma enrolação que não chega a lugar nenhum, falando em termos de história que está sendo contada. Foi uma introdução GIGANTESCA e INFLADA para aparentar que o livro é rico em detalhes ou informações (que não é verdade), elevando o número de páginas sem uma boa justificativa para tamanha demora em entrar na trama principal. Parece um trabalho acadêmico e escrito por um universitário preguiçoso, que tinha um número de páginas mínimas para fazer, só que ele não estudou suficiente para isso, e enrolou preenchendo com dados inúteis para alcançar os requisitos exigidos para a entrega e avaliação.
Mas agora parecia que ia entrar na trama da MISSÃO IMPORTANTE dita na sinopse. Mais personagens foram introduzidos e dava a impressão que agora ia para o rumo central, do que supostamente o livro devia contar. Só que não é isso que acontece. A Kadia, personagem que citei anteriormente, decide ler a mente do Arian e temos MAIS TRÊS CAPÍTULOS SOBRE O PASSADO DO PROTAGONISTA. Tipo, já se passaram mais de vinte capítulos e não começou a missão principal ainda??? Sim. É isso mesmo. Mais uma fuga do tema para contar mais alguma história paralela sem função para o enredo principal. (Se fosse no Enem, era zero certeza)
Resulta que temos um terceiro arco sobre o passado do Arian, após ele acordar na beira estrada com a . Prefiro não detalhar esse trecho, porque dos supostos três capítulos que servem para desenvolver o Arian e o que aconteceu com ele, dois desses capítulos são dedicados exclusivamente a descrever cenas de ESTUPRO com muito “entusiasmo”. Nada do que é esperado de um arco que apresenta o background do personagem principal, foi feito aqui. Foram capítulos inúteis que só tinham o propósito de CHOCAR. Até existe uma tentativa elaborar um conflito interno do Arian, só que é jogado fora completamente, porque no presente(em relação ao livro), ele não sofre mais com essa indecisão mostrada nesse trecho. Mais tempo perdido de leitura.
E finalmente, depois de três histórias pouco produtivas, chegamos no quarto arco que é a missão de escoltar a Lara e um objeto poderoso. Já passou metade do livro, e a jornada só começou ali. Tranquilo. Parece que vai engrenar. E vou lendo, e lendo, e mais lendo e nada de interessante acontece. Não é exagero. São vários capítulos deles cavalgando e dialogando entre si, enfrentando uns bandidos fracos, conversando mais um pouco, portais bidimensionais abrem e sugando tudo ao redor(???), personagens se salvam do perigo, conversam mais ainda do que antes...São 8 capítulos dessa forma, onde não temos coisas acontecendo ou eventos que movimentam a trama. É só eles indo por uma estrada até seu destino.
Talvez, até o autor deve ter percebido isso, que o livro estava ficando chato, coisa e tal. Então, ele decidiu deixar as coisas mais EMPOLGANTES. E qual foi a tática que ele usou para movimentar a trama? Colocar mais ESTUPROS. Né...Insinuar estupros com crianças de 6 anos de idade não choca mais como antigamente(sendo irônico aqui).
Temos mais lutas para defender as MEIAS-ELFAS do destino cruel que é a escravidão e os abusos sexuais, mais poder “oculto” do protagonista, mais Cavaleiro Negro (ele surge do nada em diversos momentos do livro) na jogada e termina a batalha sem grandes consequências para ninguém.
Não satisfeito, o autor foge novamente da trama principal e insere uma side-quest, em que o Arian e a Lara vão fazer, com o objetivo de matar os mortos vivos que estão na floresta daquela região próxima. A missão que é mencionada como a PARTE A MAIS IMPORTANTE do enredo que modificaria o mundo, e que iria mudar o Arian para SEMPRE, foi novamente jogada para escanteio e o foco se voltou para uma parada nada a ver.
Nem sei se classifico como quinto arco, ou capítulos de fillers essa missão secundária, porque nada o que ocorre nesses capítulos, tem grande relevância ou repercussão nos personagens ou movimenta trama, dita como a central. É mais um jeito de enrolar e esticar uma história que podia ser contada em poucas páginas. Para acelerar o processo de resumir o livro, o arco é uma missão que começa fácil, complica a situação, aparece Goblins, rola MAIS ESTUPROS (Goblin Slayer manda um abraço), eles lutam com milhares de Goblins, são salvos por uma deusa que não apareceu em nenhum momento anteriormente no livro (Deus Ex Machina fudido), e voltam para o grupo principal para completar a missão. É isso tudo que acontece nessa missão. Temos mais algumas informações (inúteis) sobre o passado do Arian e só.
Percebi que está terminando o livro. Faltam menos de cinco capítulos e pensei: Assim que vai terminar? Vou complementar o meu apanhado dizendo que, desde do capítulo 37 até o 43, só são lutas durante toda a narrativa. Porque mesmo voltando para o grupo principal, a cidade em que estavam todos da party do Arian, sofria uma invasão liderada pelo Cavaleiro Negro. Sim! Aquele mesmo Cavaleiro que salvou o Arian em vários momentos do livro anteriormente. E descobrimos que esse Cavaleiro Negro era o melhor amigo do protagonista na época em que ele estava na Guilda da cidade que se hospedaram.
O que era para ser uma reviravolta de roteiro ou um plot-twist, acaba se tornando uma situação vazia, já que esse suposto amigo do Arian, aparece em duas páginas no máximo do livro e não é estabelecido esse suposto vinculo de confiança entre os dois. Só mais uma situação jogada ali para nada. E novamente, seguindo o padrão de resumo do livro: lutas acontecem, vários personagens aparecem, mais lutas, mais pessoas surgem do nada, mais lutas com descrições confusas, mais gente que aparecem do nada, lobisomens que podem se transformar em URSOS(???), gente voando para trás, se dissipando, humanos normais, (vocês vão entender o que foi isso mais adiante no texto), mais lutas, mitologia grega e nórdica, dragões bidimensionais, portais pandimensionais, deuses aparecendo do nada, mais lutas, pessoas (a party do protagonista) sendo salvas no último minuto por personagens aleatórios, mais Deus Ex Machina ali, mais lutas, mais um pouco de Deus Ex Machina que não foi o bastante...enfim. Foi uma mistureba de eventos, que aquele mundo caracterizado no inicio do livro, nem se parece mais com o que foi descrito no final. Tudo é inserido ali a moda caralho, sem trabalho de construir algo coeso e que seja factível para existência desses elementos naquele universo.
Logo após essa lambança, o último capítulo (44) é dedicado exclusivamente a explicações (que já deviam ter sido feitas nos capítulos anteriores) e informações que eram necessárias (ou não) para dar base a estrutura daquele mundo no livro. Mas imaginem por um segundo, vocês lendo uma monografia cientifica, em que o texto daquele documento, foi feito por completo no dia anterior às pressas pelo autor. Pois é. Nas crônicas do Arian, coisas são simplesmente ditas no final e que devemos aceitar porque o autor está dizendo. Foda-se que não faz sentido, ou que não foi estipulado anteriormente, ocasionando a impressão de “termina de qualquer jeito, porque não é um capítulo de luta”. Foda-se tudo que é importante para construir uma boa história.
E temos finalmente o epílogo, em que o Marco tenta fazer um “joguinho com leitor”, escrevendo sete mini histórias que ocorrem antes dos acontecimentos do livro, sem a menção dos nomes dos personagens principais durante a escrita, para que o LEITOR TENTE adivinhar “A QUEM PERTENCE AQUELE PASSADO”. O resultado é algo idiota porque, você utilizando um pouco lógica e a técnica de exclusão de opções, você já sabe quem é quem nesse epílogo medíocre. É uma tentativa fracassada de tentar terminar o livro de uma forma diferente do comum. Se não consegue nem fazer o básico, não inventa.
Comentários Gerais:Erros de português
Já esperava uma qualidade questionável quanto a escrita do livro, principalmente voltado a parte gramatical e semântico de forma geral, porém fiquei surpreso o que li(Sou horrível em português e ainda sim fiquei chocado). Primeira coisa a ser apontada foi a presença de 3 REVISORES para a publicação. Tem editoras grandes que nem conseguem duas pessoas para revisar os textos publicados em seus livros/mangás/revistas...imagina 3 pessoas para revisar algo. E quanto mais gente melhor, não é mesmo? Errado. Mesmo tendo distintas pessoas revisando a redação literária, incluindo o próprio autor que afirma ter revisado diversas vezes seu próprio texto, o livro ainda apresenta erros ortográficos gritantes. E não são poucos. São MUITOS. Chegando ao absurdo de ter mais de três erros grotescos na mesma frase. Contei 934 erros em 384 páginas, incluindo a parte dos agradecimentos, que também continha deslizes gramaticais. (Cheguei a contar até certo ponto certinho, mas me perdi na contagem, deixando passar outros erros sem adicionar no montante. Aposto que passa de mais de mil erros, sem exageros).
A variedade dos erros vai de frases começarem no plural, mudarem para o singular e voltarem para o plural (vice-versa) incorretamente, conjugação dos verbos nos tempos errados, ausência de acentos nas palavras, o uso excessivo das vírgulas em diversos momentos e da falta delas em outros (passa a noção que o Marco não sabe utilizar as vírgulas):
“...governava aquela área, e habitava, normalmente, um castelo, na maior cidade...”
É um exemplo de vários trechos semelhantes que o livro apresenta.
No entanto, esses não foram os destaques do conjunto de ERROS. Teve uma coisa que chamou mais a minha atenção: as repetições de palavras dentro de um pequeno trecho. Fica a dica para qualquer um, aspirante a escritor, que a diversidade do vocabulário é muito importante em um livro, para deixar a leitura mais natural e “fluída” para o leitor que irá consumir sua produção, tenha a experiência mais agradável possível enquanto ler seu produto. É tão bom ler linhas de um texto em que a narrativa é envolvente não só pela história sendo contada, como as palavras que estão sendo utilizadas para transcrever os cenários imaginados. É muito prazeroso.
Contudo, no livro do Marco, as restrições dos conhecimentos do autor em termos ou sinônimos de várias palavras, deixa a leitura truncada, cansativa e nada convidativa a continuar lendo, porque o leitor fica exausto por ter que parar a leitura e reler diversos trechos do livro, na tentativa de entender o que está acontecendo ali. Nas descrições das lutas, é um show de horrores. Como um autor tem a coragem de escrever uma luta dessa forma:
“Desvia, bloqueia, desvia, bloqueia, desvia, desvia...”.
É um cheat isso??? É um Fatality do Scorpion do Mortal Kombat??? Sei lá o que seja isso. DESCREVA A LUTA CARAMBA!
Ele adora muito a utilização de vários vocábulos. Gosta tanto, que utiliza diversas vezes a mesma palavra, e na mesma frase inclusive: “...fazendo com seu CORPO seja jogado para trás, abrindo diversas feridas em seu CORPO....eram muitos CORPOS caídos ali”. E nem é só a palavra “corpo” que ele repete direto. ”Mudando de assunto”, “Falando nisso”, “sendo jogado para trás”, “dissipou”, “capuz”, “bracelete”, “sádico”, “humanos normais”, “arremessado”, “vários metros para trás”, “força do golpe”, “chances de isso acontecer”(é quase o vídeo dele de chances de nova temporada de um anime qualquer)...tenho uma lista enorme de palavras que se repetem múltiplas vezes em diferentes trechos do livro. Destaque para os “humanos normais”, que parece ser a única métrica comparativa que o autor conhece para estipular um comparativo entre os níveis de poder dos personagens. “Ele é tão forte, que sua força é equivalente à de 5 humanos normais”, “Ela quebrou o escudo do seu adversário, que aguentaria a força de mais de 10 humanos normais.”, ”...aquele guerreiro aparentava ter a força de 8 humanos normais.”, seja lá o que for a força de um HUMANO NORMAL naquele mundo. Além de ser um comparativo vazio, já que a dimensão de forças é baseada em humanos (sendo que eles são humanos do nosso mundo, ou são humanos com outros fatores mágicos? não diz ou fica claro) que não foi detalhada ou descrita no livro, fazendo com que o leitor tenha que completar diversas lacunas deixadas pelo autor, em ambientar de forma mais clara, o que CARALHOS acontece ali. Falando em lacunas...
Personagens
Sou grande fã de desenvolvimento de personagens. Aprecio tanto, que diversas obras audiovisuais que curto, tem esse apelo ou essa característica marcante durante sua exposição dos eventos. E ler esse livro, onde TODOS OS PERSONAGENS SÃO UNIDIMENSIONAIS, me dá uma preguiça inacreditável.
– O protagonista está numa peregrinação em busca de salvar meias-elfas, levando-as para cidade prometida. E tem o passado do protagonista. – Alguém fã dele vai dizer.
Sim, temos o objetivo moral dele de resgatar as meias-elfas e do Arian que está buscando recuperar suas memórias perdidas. Mas e quando ele tem acesso a esses fragmentos importantes sobre sua história, o que acontece? NADA. O personagem não cresce ou se desenvolve de nenhuma forma ao saber dessa informação. Nem impacto ao redor é sentido quando coisas acontecem ou são reveladas. Todos os personagens são apresentados de um jeito e terminam o livro da mesma forma. Não temos arcos de construção, nem mudanças no status quo de alguém. Não temos nenhuma mensagem querendo ser passada durante a leitura, nem construção decente de interesses românticos aqui (coisa supervalorizada pelo autor).
Sabem os animes haréns, em que o protagonista sem graça, consegue atrair diversas gurias (as mais atraentes da região) para serem possíveis namoradas dele no decorrer da temporada? Então...acontece a mesma coisa nesse livro. Personagem apelão, não bonito, misterioso, CAPAZ DE ESPANCAR UMA MULHER QUEBRANDO SUA PERNA E BRAÇO (aconteceu no torneio), tem o seu CHARME para as personagens femininas dessa obra. Parece simplista? Com certeza é. Esqueça das camadas de personalidades que os humanos têm. Quanto mais clichê e simples for o personagem, melhor. Não interessa que o Arian gosta de meias-elfas (loiras, olhos azuis, corpo chamativo), nem dessa busca do próprio passado, ou do trauma que a Kardia tem com a morte da figura paterna dela. Nada ameniza a péssima construção de personagens, principalmente das femininas.
E falando nas personagens femininas do livro...
A banalização do estupro (e da violência geral com as mulheres do livro)
Já comento que não sou purista ou coisa parecida. Não me importo que tenha cenas de estupros ou de violências extremas com personagens femininas nos animes, filmes, novelas, seriados, ou outras formas de entretenimento. Sou critico quando essa situação é usada para BOSTA NENHUMA (SÓ PARA CAUSAR). Antes de começar a descer a lenha NESTA PORRA DESSE LIVRO (eu estava calmo, mas aqui não dá...), vou devolver qualquer replica ou contra-argumentos que possa vir sobre a minha opinião com apenas três perguntas. Essas três perguntas, é um teste básico (famoso) para ver se alguma obra utiliza a ferramenta do ESTUPRO de forma NÃO SEXUAL ou BANALIZADA:
  1. O estupro ocorre do ponto de vista da vítima?
  2. Essa cena de estupro, ela possui proposito de desenvolvimento da personagem em vez da trama ou narrativa?
  3. O abalo emocional da vítima é desenvolvido depois?
Se por acaso, durante a execução desse teste, houve UM NÃO como resposta para qualquer uma das três perguntas, podem ter certeza que a cena em questão, foi escrita só para CHOCAR de FORMA GRATUITA o espectador ou o LEITOR. Então, posso dizer que o livro do Marco Abreu, é uma síntese da MISOGINIA redigida em formato literário. É um NÃO para as três perguntas acima com facilidade, analisando o livro como todo e a representação dessas cenas que são mostradas.
Conforme eu ia lendo, não me chocava com o fato acontecendo em si, e sim da forma que foi descrita toda a violência. Primeiro de tudo, todas as 6 cenas de estupros do livro (sim, em apenas um VOLUME, temos tudo isso da utilização de artificio), ocorrem a partir da visão do Arian, personagem masculino. Já começa totalmente errado. Segundo, os estupros só tem a finalidade de servir como fator motivacional do protagonista para agir contra os agressores. As vitimas são deixadas de lado, para exaltação do feito heroico do nosso protagonista, HOMEM, em salvá-las do perigo. Terceiro, depois que são violentadas, as personagens NÃO APARECEM MAIS NO LIVRO. ELAS SOMEM. NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO PARA ELAS E NEM CITAÇÕES POSTERIORES EM OUTROS CAPÍTULOS. Fica na mensagem: “Mais uma donzela é salva. Vamos para a próxima em perigo.”. É muito ruim isso. Quarto ponto, o EXAGERO NAS DESCRIÇÕES quando é uma mulher na cena, em comparação a um homem sendo agredido da mesma forma. Dou até um exemplo. No flashback do Arian, rola estupro da mãe e da filha de uma família que o acolheu quando ele perdeu as memorias. Mas o que aconteceu com o PAI da família? É simples. O vilão desse flashback tem “senso de justiça” e antes de começar a torturar as duas, ele vira para o pai e diz: “Você é muito bonzinho para ver o que vai acontecer daqui para frente”. Facada no coração dele e morre o HOMEM da família. Em um parágrafo, o pai é morto e o vilão, por ALGUM MOTIVO, executou o pai em vez de TORTURA-LO, terminando por aí a violência contra ele. Mas para AS OUTRA DUAS NÃO FOI ASSIM. É nojento, porque foram páginas e páginas de violência contra as duas, com as maiores descrições possíveis (da melhor maneira que o Marco consegue descrever algo), desde de dentes quebrados no soco, facada na perna junto com assinatura do agressor na barriga da vítima com uma espada, fratura no braço, estrangulamento, estupro, morte... É um capitulo inteiro dedicado a isso. Serve para alguma coisa??? PARA NADA. Só serve para chocar ou punheta do leitor (talvez do autor também, não descarto a possibilidade).
E quem dera se fosse só nessas cenas polêmicas. Até nas lutas, o lado “SADISTA” do autor aflora quando tem mulher na parada. “Ele toma uma espadada nas costas e cai morto no chão”, para o caso masculino. Simples e rápido. Agora para o outro gênero: “A espada perfura sua armadura atingindo seus peitos, com o agressor torcendo a bainha, fazendo com que a espada destrua seus órgãos internos, jorrando sangue e agonizando em dor. Ela tenta proteger seu amado enquanto é agredida em seu rosto por socos.” no caso feminino. Detalhado e exagerado. Tenho minhas dúvidas se ele não faz isso de proposito por causa de um rancor amoroso que ele teve no passado.
Também tem a forma que é introduzida todas as personagens femininas no livro. É de ficar batendo cabeça na parede de arrependimentos por ainda continuar lendo isso. “Kadia, com cabelos longos (tara do autor) e pretos, corpo escultural...”, “Lara, loira, olhos azuis, um corpo que chama a atenção dos demais homens enquanto passa.”, “Joanne, mesmo dentro de sua armadura(???), dava para ver sua beleza incomparável a de outras mulheres normais, com um corpo que exalta beleza.”. Já deu para sacar que o primeiro atributo descrito das personagens femininas nesse livro é seu corpo ou beleza. Supostamente, de acordo com o autor, temos personagens femininas fortes no livro. Só que o “forte” para o Marco é no quesito físico, porque NENHUMA DELAS tem características marcantes ou independentes a figura masculina. Nem no teste de Bechdel, as personagens passam. É idiota e superficial. Fica parecendo que estou lendo uma fanfic escrita por um adolescente de 12 anos que nunca interagiu com alguém do sexo oposto.
E puxando o assunto interações...
Diálogos
Aqui fiz um seção especifica para o desastre total que o autor faz pensando que isso seja um dialogo normal entre duas pessoas. Tem muitas conversas nessa história, até demais por sinal. Vai desde de diálogos expositivos onde os dois personagens sabem da informação ou o que está acontecendo, e mesmo assim verbalizam a situação explicando novamente o que houve, para até diálogos dignos de animes ecchi genéricos lançados por aí no Japão. Chega ao absurdo de ficarem três páginas inteiras discutindo sobre qual a raça de cavalo é mais rápida. PARA que quero saber isso?
No entanto, a parada que mais me irritou é a falta de naturalidade na fala de cada personagem. Explico o que eu quero dizer. Quando temos o conhecimento de como os personagens são, como adjetivos, vícios, problemas, comportamento, e outras partes que compõem a persona deles, adquirimos a noção de como o personagem irá falar. Se for tímido, ele vai falar pouco e ocasionalmente na história. Talvez até pausadamente, pensando duas vezes antes de se pronunciar. Se for extrovertido, vão ser linhas e linhas de falas dele, com uma desenvoltura mais solta ao se expressar e verborrágico ao extremo. São exemplos simples e fáceis de entender.
No livro do Marco não se tem isso. Todo mundo fala igual e da mesma maneira. Não há distinção entre um e outro. Se a narração não identificar quem está falando o que, você fica perdido durante a discussão. Apesar da ficha de descrição de cada um dos personagens ser uma linha única, na teoria são todos distintos entre um e outro. Entretanto, quando vão conversar, todos aparentam serem as pessoas mais racionais e calculistas do universo. Pensam demais, teorizam demais, explicam demais:
“Você é muito impaciente Lara. Não se precipite ao atacar”.
Duas linhas depois:
“Devemos atacar a caverna pelo lado direito, discretamente, e aguardar, até os Goblins saírem de perto das prisioneiras, derrubando um por um, assegurando a situação das mulheres – disse LARA”.
A mesma personagem que na teoria é a IMPACIENTE do grupo, arma um plano, calcula probabilidade, é fria/apática ao que está vendo, e tem toda a calma do mundo para explicar um plano para outros personagens sem partir para ignorância de uma vez. As personalidades de todos são iguais, sem distinção alguma. É algo nítido, visto o linguajar extremamente informal e racional que todos assumem na maior parte do tempo.
Em suma, se você já viu vídeos do Marco, vai perceber maneirismos, vícios de expressões e vestígios da personalidade dele nas falas dos personagens do livro. É praticamente o leitor acompanhando um grupo de personagens iguais ao Marco da vida, conversando entre um e outro, sendo os mais prolixos ao falarem, realizando uma missão de escolta para uma cidade qualquer.
Referencias (ou plágios???)
Referencias não é algo ruim. De maneira nenhuma. Muitas excelentes obras, partem de sua ideia inicial de outras histórias já contadas anteriormente. Ter algo para inspirar na sua criação, é bom para sua produção e desenvolvimento.
Não posso dizer que o livro do Arian fez isso de forma “saudável”. Apesar de apresentar algum diferencial em sua estrutura, têm muitos elementos copiados de outros animes ou filmes bem descarados. Desde do passado do Arian, ser extremamente parecido com a do Goblin Slayer, à personagens serem muitos parecidos com obras favoritas do autor, como Akame Ga kill, SAO, Tate no Yuusha,...Tudo é muito familiar, chegando ao ponto de deixar todos os eventos do livro previsíveis. Cheguei a tuitar enquanto lia o livro, chutando o que iria acontecer mais para frente e quase todas as vezes eu acertava o que ocorria, porque tudo era manjado. No momento em que você já assistiu a maioria dos animes citados acima, tudo parece mais do mesmo. A história contada aqui, não tem identidade própria.

Fiz uma seção especial para a personagem, para fazer uma simples pergunta. QUEM É ?
-Ué, mas você não leu o livro?
Li, e é por isso que surgiu a minha dúvida. Ela SUPOSTAMENTE é importante para o protagonista e RELEVANTE para o enredo do livro, conforme citada na sinopse. Então, por que ela não faz NADA durante o livro? Ela serviu para alguma coisa, além de ser um “alivio cômico” em momentos pontuais? Não é atoa que ela é um fantasma, já que ela é invisível até mesmo para o autor que esquece de mencionar ou narrar o que ela está fazendo. Ela só é lembrada quando o Arian está abraçando alguma mulher, e ela faz cara de emburrada (piada de comédia romântica) ou quando o PROTA está ferido gravemente, e ela tem o semblante de preocupação. Só nessas ocasiões que lembram que ela existe e que precisa interagir com a situação. Fica ainda mais crítico depois que começa a batalha dos Goblins. Um quarto do livro ela some, mesmo tendo sido dito que a fica grudada com o Arian 24 horas por dia. Nem citada o que está acontecendo ao redor dela ocorre durante as descrições das lutas. Ela é totalmente descartável nesse primeiro volume. Ela estar ali ou não, faz diferença nenhuma para o enredo. E que nome é esse? É uma tag HTML?
Mais alguns detalhes incomodativos
Vou fazer uma lista para agilizar, até porque já passou de 4 mil palavras e estou tentando colocar tudo nesse texto, o que eu não curti durante a minha experiencia de leitura das Crônicas de Arian.
· A tara do protagonista com Meias-Elfas (alvos primários dos estupros no livro). A justificativa é porque elas não são puras no quesito racial e vivem na margem da sociedade. Porém, só acontece a desgraça com elas. Os MEIOS-ELFOS nem citados são, os coitados.
· Duas páginas escritas para inserir a informação de que bosta de cavalo serve para espantar os Goblins do local, e isso não ser utilizado para nada até final do volume. Foi só encheção de linguiça.
· A alternância de visões dos personagens no foco narrativo entre os capítulos. Não fazia diferença se o capítulo era na visão do Arian ou da Kardia, ou do Dorian, ou da Lara. Tudo levava para o mesmo resultado, sem ter nenhum tipo de aprofundamento enquanto fazia esse tipo abordagem.
· A utilização de palavras pouco usuais da língua portuguesa. Ele ia de uma escrita informal, para formal, depois para cientifica, e seguida voltava para informal. E vários momentos que ele empregava termos mais complexos, de maneira totalmente errada. Se não se garante nem no básico, não arrisca no difícil.
· “Chances baixas de ganharmos.”, “Ele tem chances baixas de vencer”, “As chance são baixas de sobreviver”...era um saco isso a toda hora. Parecia que estava vendo um vídeo do Marco de “Chances de nova temporada para anime tal”.
· As frases filosóficas baratas: “Não tenha medo de errar, repita até ficar melhor, e saiba admitir a derrota.”, “A morte não te ensina nada. Mas se permanecer vivo, pode aprender com seus erros e saber como ganhar da próxima vez”, “Confie em mim, entendo de mulheres, se não se impor um pouco, ela nunca vai te ver como homem. Agora vai lá e joga umas verdades na cara dela, e não aceita um não como resposta”. E são muitas frases. Todas idiotas e nada fica de aprendizagem delas.
· As regras econômicas daquele mundo. Você ganha 100 moedas de bronze por dia trabalhado. Com 10 moedas de bronze não é possível nem comprar um pão, porém com cinquenta moedas, dá para comer bem durante o dia todo(???). Não foi afirmação minha, está descrito no livro. Além de nenhuma noção de economia, o real valor das moedas é um foda-se gigante. Se não tem condições de elaborar um sistema monetário decente, não menciona.
· As insinuações sexuais com crianças. Há cinco momentos no livro que isso acontece e é complicado. De novo, quando aparece isso, você fica refletindo o motivo de continuar lendo o livro.
· O esquema de “pagamentos”. É igual Darker Than Black (quando ativa o poder, tem que fazer algo em troca), só que aqui é pior. A Kadia tem o pagamento de se masturbar(???). O Marko, personagem, tem que transar para fazer o pagamento. A Lara vira uma LOLI (linda, de acordo com livro) como pagamento. Só coisas escrotas e sem função narrativa. Eles não podiam só ficar exaustos quando utilizassem muita mana? Tinha que ter essa mecânica de pagamento?
· O código de barra da missão. Maluco chega numa vila ISOLADA, longe da cidade e me mete essa: “Viemos pela missão 568844EW” WHAT??? QUE BAGULHO É ESSE? É uma chave única de acesso a algum banco de dados? É senha de segurança de cartão de crédito? É a senha automática gerada no caixa eletrônico quando você vai sacar dinheiro? Que negócio ATUAL. Eles estão em um mundo MEDIEVAL, onde não tem comunicação ou troca de informações em tempo real, porém cada missão criada no planeta inteiro, vai ter uma ID única, referente ao local que foi estipulada, e vai valer para todas as cidades, ao mesmo tempo? Como eles validam isso? Que controle eles têm, sendo que não tem um servidor para fazer essa operação? QUE PORRA FOI ESSA?
· Há duas menções, bem rápidas, ao homossexualismo no livro inteiro. A primeira foi durante o primeiro estupro, onde o chefe/vilão do momento se vira e fala para seu capanga: “Você não gosta de homem? Vai se divertir com o segurança desmaiado”. Momento seguinte, o Arian chega e mata todo mundo. Segunda menção foi uma piada que soltaram no quarto arco: “Se fosse um menino de seis anos, aí deveríamos ficar preocupados”. O dialogo se refere a um amigo do Arian, gay, que recebeu a missão de escoltar uma garota de seis anos para a cidade prometida. Basicamente, a imagem de pedófilo/estuprador pode ser associada aos gays por tabela, junto com a mensagem de preconceito sendo passada. NADA machista e preconceituoso. IMAGINA. Só é IMPRESSÃO.
Conclusão
Já dá para notar que não vou recomendar o livro a ninguém. Principalmente, partindo do principio que ele está sendo cobrado para ser adquirido legalmente. Tem no site também, mas a forma comercial está valendo para essa comparação que estou fazendo aqui.
Existem muitos problemas nesse livro, e vários desses poderiam ter sido facilmente resolvidos se tivesse alguém, ou algum editor que confrontasse o autor, demonstrando onde precisa ser melhorado, apontando onde é necessária uma reescrita, tentar novas abordagens na história, etc. Porque parece que o editor é um limitador, censurador, que restringe a criatividade do autor, sendo que na maioria das vezes, ele está tentando ajudar o escritor a organizar melhor suas ideias e sugerindo melhores formas de coloca-las no papel.
A ausência desse tipo de pessoa nessa publicação independente, é muito sentida. O livro é uma bagunça. A ideia central da história está perdida num montante de conceitos jogados ali de qualquer forma, personagens sem desenvolvimentos adequados, repetições de conflitos ou de problemas enfrentados pelo grupo principal (estupros), a falta de preparo e de revisão ortográfica que atrapalha demais a leitura, a falta de originalidade para que transformasse o livro em um diferencial entre os demais, e o principal problema que é a falta de noção dos próprios defeitos que o Marco tem como escritor. Os comentários dele no final do livro deixa nítido a situação. Ele admitir que escreve mal não é o bastante. Durante todo o volume 1, não percebi nenhuma melhora ou tentativa de mudanças. Parece que está falando só dá boca para fora, mas não está fazendo nada para corrigir esse defeito. Só treinar escrevendo, não ajuda em nada. Tem que estudar sobre o assunto, se aprofundar em conceitos de como construir uma boa história, ler outros tipos de livros, memorizar as regras da língua portuguesa (muito importante para ele) e não só ter a noção/consciência dos defeitos, e ainda assim continuar repetindo eles durante a escrita do livro.
Não recomendo ninguém a comprar ou ler o livro As crônicas de Arian volume 1. Nem por diversão vale o tempo.
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2019.06.15 21:11 Brasileirinh0 Dê seu ponto de vista.

A minha namorada, agora ex, terminou comigo a um mês e eu ainda não superei, a história segue assim: Ela veio falar comigo que eu tinha sido uma pessoa ruim por 2 meses e que tava "aturando" isso, sem me falar nada. A partir do momento que ela me falou das coisas erradas que eu fazia, eu comecei a mudar, mas ela não queria mais saber de mim e disse que queria terminar, foi aí que eu pedi uma segunda chance e ela disse que ia pensar no assunto.
Vou pedir ajuda a pai por que não sei como agir, ele me fala pra esquecer ela, que ela tá me fazendo de pano de chão (mas eu acho que eu também a fiz de pano de chão quando não dei valor pro nosso relacionamento) etc etc, diz que eu devia ter postura de homem seguir minha vida, então eu chamo ela e falo que é melhor terminarmos e começo a jogar uns argumentos meio bosta pra justificar isso, (como "se a gente voltar e você não querer continuar vai ficar forçado e vamos terminar de novo ou a faculdade tá chegando e a gente provavelmente vai terminar) aí ela concorda e terminamos.
Um dia se passa e essa máscara que eu usei cai, eu percebo que sou totalmente dependente dela, que não consigo ver um futuro sem ela e aí eu recorro a ela falando que eu não acreditava nas coisas que disse etc etc. Ela diz que agora quer terminar comigo, mas não é mais devido as coisas que eu fazia de errado, mas sim que vai entrar na faculdade e que não quer que um relacionamento a limite na hora da escolha do curso.
Eu explico que devíamos fazer a faculdade juntos, que esse era nosso plano desde que começamos a namorar, mas ela já não tem mais fé nisso. Ela colocou umas coisas no twitter como: "tô na pista, pode me atropelar" e "só queria pegar todo mundo que eu tenho interesse, mas não sei se todo mundo que eu tenho interesse tem interesse em mim". Quanto à essas coisas que ela postou, eu não sei se ela fez isso só pra ter uma aceitação dela mesma que está solteira, se é pra amenizar a dor, ou se é realmente o que ela pensa, por que ela não é de fazer essas coisas infantis.
(teve uma vez que eu tava querendo terminar, ela ficou desesperada pedindo pra eu pensar duas vezes, ter esperança na gente, e foi o que eu fiz, e logo ela que fala tanto de reciprocidade, tá aí, sem retribuir essa esperança.)
Tl;dr > eu to colhendo o que plantei, não tenho como voltar atrás e desfazer as minhas cagadas, mas tem como não fazer elas de novo, e eu venho buscando isso; mas sem o apoio dela, eu me sinto só, não vejo por que andar na linha certa, não tenho mais vontade de fazer nada, não sinto vontade de fazer nada, só chorar e desabafar. Já sofri bastante por essa menina e não sei se devo parar de seguir ela, se ela quiser voltar eu acho que volto, não vou ligar se me chamarem de trouxa ou qualquer outra coisa, eu acho que estou disposto a fazer muito por ela ainda, e não sei o quanto isso me custa.
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